sábado, 27 de setembro de 2014

Falando sobre segurança pública!

Se temos a polícia que mais mata e mais morre no mundo, é sinal de que falhamos em nossas políticas sociais, na formação dos indivíduos que compõem a sociedade. É uma conta mais fácil que 1+1.

O diálogo entre os "Cabrais" é o mesmo... Colocar mais polícia nas ruas sem priorizar a formação dos nossos jovens. Efeito? Elevação dos índices da violência e policiais mortos.

A culpa da violência é fruto da ausência de pessoas mais humanas e menos "dinheiristas" na gestão de um estado que trata a educação como uma verdadeira empresa privada. Fazem da Secretaria de Educação um verdadeiro balcão de negócios. Negócios que se iniciam em campanhas sustentadas por empresários muito "bem" intencionados.

Eu vou de Tarcísio Motta 50 por ele ter essa visão humanizada dos meios educacionais. Ele compreende que para combater a violência de fato, é necessário acabar com o discurso demagógico do "mais policia". Nós não precisamos de mais polícia... Precisamos é necessitar menos da polícia.

Fernando Coelho Deputado Estadual 50.020
Tarcísio Motta Governador 50

Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O Evento "Nosso Lado É a Rua" do PSOL no Rio de Janeiro foi um grande sucesso!



Começo a semana me sentindo renovado. Participamos do evento "Nosso Lado É a Rua" na última sexta-feira no Rio de Janeiro. A Cinelândia virou novamente o palco da democracia onde reuniram-se milhares de jovens. O evento teve participação da Luciana Genro, Tarcísio Motta, Marcelo Freixo, Chico Alencar, Jean Willys e presença de outros candidatos do PSOL como Renato Cinco, Babá e o vice Renato do Quilombo. Reencontrei também com alguns companheiros da página "Geração Invencível", que estão me ajudando nesta campanha. Este apoio que estou recebendo mostra que a nossa caminhada não é em vão!



Como bem observado pelo companheiro Chico Alencar em sua página do facebook, "o governo do estado mandou um contingente enorme de PMs para 'vigiar' nossa manifestação [...]. Ficaram lá, ao lado do Theatro Muncipal, à toa. Polícia para quem precisa de polícia. Nos palácios do poder eles teriam muito mais o que fazer...".

Reencontrar os amigos do PSOL e ver a militância unida foi emocionante. Gravamos alguns vídeos com essas lideranças do PSOL que gentilmente cederam suas imagens em prol do apoio da minha candidatura.



 Com Renato Cinco, candidato a Dep. Federal 5055 PSOL-RJ
Com Renato Cinco, candidato a Dep. Federal 5055 PSOL-RJ
Com Sergio Ricardo, ambientalista.

Gravando com Babá, professor e um dos fundadores do PSOL.

 Gravando com Babá, professor e um dos fundadores do PSOL.

Com Luciana Genro, candidata a presidência da República

 Com Luciana Genro, candidata a presidência da República

Com o companheiro Jonatas e Tarcisio Motta.

Com o companheiro Leo Dias, da página "Geração Invencível"

Com o vice Renatão do Quilombo.

 Com o companheiro Paulo Eduardo Gomes, candidato a Dep. Federal 5001

Com Tarcisio Motta, que me mostrou que "nada deve parecer impossível de mudar."

Se você é morador do Rio de Janeiro, se dê esse voto de confiança. Vote em Fernando Coelho 50.020 para Deputado Estadual PSOL-RJ. Quero ser uma opção real de mudança e fiscalização do poder executivo no estado do Rio de Janeiro.



 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Propaganda do bem



Ao invés de utilizar cavaletes, optamos pelas lixeiras. Todo o material depositado nelas será reciclado e revertido para a campanha.

Ajude em nossa campanha reciclando lixo e a velha política!

Vale jogar "santinhos", também reciclamos papel. ;)

Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual PSOL - RJ

Jornal 'A Voz da Cidade' entrevista Fernando Coelho

Abaixo segue a entrevista concedida ao Jornal 'A Voz da Cidade', da Região Sul Fluminense - Rio de Janeiro. 


  
1. Por que o desejo de disputar eleição?
 
Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.
 

2. Como avalia suas chances de se eleger?
 
Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.


3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?
 
Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.
 

4. Quais as vantagens dessa representatividade?
 
Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.
 

5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?
 
Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.


Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.


A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.


Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos  perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.


6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?
 
Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.


Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.


7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?
 
Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.


8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?
 
Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.
 

9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?
 
Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.


10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?
 
Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.
 

11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?
 
A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.
 
Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.


12. Espaço para recado ao eleitor:
 
Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.


Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha. 


Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Evento: Nosso Lado é a Rua! - SEXTA - 19/SET


Evento com todos os candidatos e candidatas do PSOL no estado do Rio de Janeiro! Venham todxs participar desta construção coletiva!

Venha à Cinelândia e traga seus e suas amigas e amigos na sexta 19, à partir das 18h30h.

Confirme presença em https://www.facebook.com/events/687349361351342/


Nós podemos escrever uma nova história para o Rio de Janeiro! Nossa força, nossa esperança. Não temos tempo pra parar!

Por rodovias sem catraca!

É necessário rever o modelo licitatório do do estado, não apenas para os pedágios que são absurdamente caros. Pagamos impostos suficiente para não necessitar de pedágios. Segue matéria do G1 que aponta o estado do Rio como quilometragem mais cara do país.
"As rodovias estaduais do Rio de Janeiro sob concessão têm o custo médio do pedágio mais caro do país, aponta estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quinta-feira (19), com base em números de dezembro de 2011.
Segundo o documento, os motoristas que viajam por aquelas rodovias pagam, em média, R$ 12,93 para cada 100 km rodados. Esse valor é 43% maior do que a média cobrada no país (R$ 9,04) e 112,72% maior que a média cobrada em estradas federais sob concessão (R$ 5,11).
O modelo de licitação adotado no Rio de Janeiro, em que o vencedor é aquele que oferece o maior valor de outorga, é apontado pelo Ipea como o responsável pelo custo mais alto do pedágio.
“O Rio de Janeiro é o único estado que utiliza apenas o valor de outorga como critério de escolha da concessionária, mecanismo que impede a competição pela menor tarifa. Portanto, é um forte indicativo do motivo pelo qual apresentou a maior tarifa”, diz o estudo.
O segundo pedágio mais caro do país está em São Paulo, onde o motorista paga, em média, R$ 12,76 para rodar 100 km por estradas estaduais sob concessão. Em terceiro lugar vem o Espírito Santo, com o valor de R$ 12,44.
No exterior
O estudo do Ipea também compara o custo do pedágio no país com o cobrado no exterior. De acordo com o ele, a tarifa média no Brasil cobrada em rodovias federais e estaduais sob concessão é de R$ 9,04 para cada 100 km, 2,7% maior que a média mundial para a mesma distância, R$ 8,80.
Segundo o documento, apesar de o valor do pedágio nacional se mostrar “compatível” com o verificado no resto do mundo, a diferença nos objetivos e responsabilidades assumidas pelas concessionárias aqui e lá fora demonstra que o pedágio no Brasil deveria ser mais barato.
Enquanto no Brasil cerca de 9% das estradas estão sob administração da iniciativa privada, no exterior esse índice representa, geralmente, menos 5%. Em outros países, as concessões visam principalmente a construção de novas rodovias, enquanto que aqui adotou-se como regra repassar a empresas estradas já prontas para reforma e ampliação.
“Essa diferença entre o programa de concessão brasileiro e os internacionais mostra que no Brasil os investimentos realizados pelo setor privado devem ter sido muito inferiores aos realizados no exterior”, diz o estudo.
“Este fato é importante, pois indica que não é razoável comparar o valor da tarifa de pedágio brasileira com o de outros países. Naturalmente, a Tarifa Média Brasil, independentemente do fluxo de veículos, deveria ser bem menor do que as tarifas praticadas em outros países, nos quais as concessionárias tiveram que investir na construção das autoestradas”, completa.
É necessário mudar!

Empresas e empreiteiras não fazem caridade... fazem investimento!

É necessário entender que candidatos financiados pela iniciativa privada, certamente, irão trabalhar para elas.

Empresas/empreiteiras não fazem caridade... Fazem investimento!

Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual

Você é contra a família?

Questionada sobre "ser contra a família", Luciana Genro afirma em sabatina do G1:

"Eu não sou contra a família, pelo contrário. Eu defendo a família e por isso defendo o casamento civil igualitário, para que as pessoas possam construir a sua família independente de quem elas amem. A defesa dos direitos LGBT também é uma defesa da família: de todas as famílias."

#LucianaGenro50

Greve dos professores: a corda sempre arrebenta para o lado proletário da força!


Quando a greve é decretada ilegal, a multa para o Sepe varia de 300 mil a 500 mil por dia. Enquanto para o governo a multa é de apenas 10 mil "estalecas". Resumindo? A corda sempre arrebenta para o lado proletário da força...
Fonte:  http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/estado-pagara-multa-diaria-de-10-mil-se-punir-professores-13810581.html

Importante comentário sobre a legalização da maconha


Vivemos em um país onde Rivotril é droga legal e onde a maconha é criminalizada... Sim, de fato é muita hipocrisia.

A legalização da maconha é um assunto sério, uma pauta federal que meu companheiro Renato Cinco tem se empenhado em abordar na câmara Federal.

A legalização da maconha não é um ato de irresponsabilidade. Li e acompanhei bastante o tema... A maconha hoje em dia é vendida de maneira irregular em qualquer lugar, inclusive nas escolas. A legalização e regulamentação da venda e produção maconha nos trariam diversos benefícios sociais, medicinais e pedagogias.

Eu apoio o progressismo e o fim da guerra aos pobres!

Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual

Sobre o PSOL e o tempo de TV na Propaganda Eleitoral Gratuita!


Eu sou candidato no estado do Rio de Janeiro pelo PSOL e também não tive tempo de TV. Culpa do partido? Boicote? NÃO!

Explicarei como funciona primeiro a distribuição do tempo de TV para os partidos:

Cada partido recebe uma quantia de tempo de TV para ser explorado estrategicamente pelos partidos (por isto vemos diversos partidos coligados, também). Quando os partidos coligam, seus tempos de TV se somam e com isto, ficam com um maior tempo de TV. O PSOL, como é de saber de todos, não faz coligações espúrias por mero tempo de TV. Nós coligamos em alguns locais quando temos acordo programático e pragmático com alguns partidos como PSTU e PCB (como ocorreu em SP este ano), por exemplo.

No Rio de Janeiro o PSOL não coligou com nenhum partido, nem os que temos acordo pragmático. Com isto tivemos um tempo de TV bem reduzido, curtíssimo. A decisão de utilização do tempo é feita de maneira democrática dentro do PSOL, e optamos por dar maior tempo aos candidatos que tivessem melhores condições para puxar a votação, com pautas que consideramos importantes para o partido.

Eu estou também sem tempo de TV e compreendo e concordo com a estratégia adotada pela militância do meu partido (PSOL)... E quem estiver insatisfeito com a nossa militância, que se mude! As pautas e construções estratégicas são feitas de baixo para cima dentro do PSOL, não adianta ficar fazendo pirraça como criança mimada. Esta insatisfeito? A porta da rua é serventia da casa. Nosso partido é Socialista e Libertário.

São os amigos que fortalecem nossa campanha!

Queridos,

Ao longo desta campanha tenho encontrado com companheiros que partilham dos mesmos ideais, seja em Paraty ou na capital do Rio. Abaixo seguem algumas fotos destes momentos marcantes que mostram que "nada pode parecer impossível de mudar".

 Companheiros da página Geração Invencível


  Companheiros da página Geração Invencível

  Companheiros da página Geração Invencível

  Companheiros da página Geração Invencível




Mais gente querida.



Com o Companheiro Babu.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Jornal 'A Voz da Cidade' entrevista Fernando Coelho

Abaixo segue a entrevista concedida ao Jornal 'A Voz da Cidade', da Região Sul Fluminense - Rio de Janeiro. 


 
1. Por que o desejo de disputar eleição?

Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.


2. Como avalia suas chances de se eleger?

Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.


3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?

Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.


4. Quais as vantagens dessa representatividade?

Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.


5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?

Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.


Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.


A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.


Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.


6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?

Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.


Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.


7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?

Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.


8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?

Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.


9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?

Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.


10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?

Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.


11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?

A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.

Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.


12. Espaço para recado ao eleitor:

Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.


Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha. 


Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.

 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

É necessário sonhar.. vamos sonhar JUNTOS!

É necessário sonhar... Mas sonhamos melhor quando sonhamos juntos!

É necessário sonharmos juntos por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!

Nossa educação está sendo sucateada e jogada nas mãos invisíveis da iniciativa privada. Nunca tivemos um estado tão neoliberal quanto o atual, terceirizante, que se utiliza destes meios para pagarem seus financiamentos de campanha.

Diretores agora são indicados, assim, descaracterizando o caráter democrático dentro da educação, onde antes, os diretores eram escolhidos de maneira democrática.

O estado implantou uma pseudo meritocracia que apenas se aplica (de maneira extremamente desonesta) aos educadores.

Se já não bastassem os salários defasados, os educadores viraram verdadeiros peregrinos, tendo seus tempos picotados, tendo que cumpri-los em diversos colégios, um distante do outro devido ao "Projeto Autonomia".

"Neste início de ano letivo, muitas escolas estaduais estão vivendo um verdadeiro caos. Sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, a SEEDUC determinou o fechamento de turmas regulares e a abertura de turmas do Projeto Autonomia que utiliza a metodologia Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Como estas telessalas utilizam apenas um professor por turma, o resultado é que vários professores, ao chegarem às suas escolas, simplesmente não têm mais turmas para lecionar e precisam, agora em fevereiro, mudar de escola, dividir seu tempo entre várias unidades, encaixar-se em horários já estabelecidos, etc. Centenas ou até milhares de professores viverão este verdadeiro calvário nas próximas semanas." Texto retirado da página do SEPE. Texto completo: http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=2758

O estado do Rio ainda ficará sem nenhum educador para lecionar... Cada dia que passa, aumenta ainda mais os números de pedidos de exoneração.

Terceirização no funcionalismo... Existem convênios que estão terceirizando de educadores a merendeiras.

A SEEDUC não tem transparência alguma! Não conseguimos obter dados detalhados de seus gastos com despesas e nem o destino preciso que levam as verbas do FUNDEB.

Garotinho... Existe uma grande possibilidade de estar governador novamente. Quem já era educador no governo garotinho, sabe bem que esses processos atuais de sucateamento da educação já estavam presentes em seu mandato passado, ele deu o ponta pé inicial onde Cabral deu segmento.

É necessário um mandato exclusivamente dedicado aos educadores, onde eles tenham acesso direto para pautar suas demandas e lutas. É necessário um mandato exclusivo em defesa da educação e que seja ligado e pautado pelos educadores.

Estou deixando minha campanha à disposição de vocês, para que tirem dúvidas e possamos construir juntos um modelo educacional onde permita uma construção social mais digna e humana.

Eu defendo que as UPP's (Unidade de Policia Pacificadora) sejam trocadas por UEP's (Unidade de Ensino Pacificadora). Não vejo outro meio melhor para combater a violência que não seja o ensino sendo injetado nas bases da sociedade. Entendo a necessidade de englobar a cultura e o esporte nesta mesma base de ensino por serem agentes sociais necessários para formação de uma sociedade mais digna, justa e humanitária.

Mais uma vez, convido os educadores para um diálogo amplo e democrático, onde indiquem suas pautas e participem da construção deste processo de escolha de mandatos. Podem entrar em contato pela nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/fernandocoelhoparaty

Sou Fernando Coelho, Deputado Estadual 50.020