sábado, 4 de outubro de 2014
Um balanço extremamente positivo da campanha!
Posso garantir que nesta eleição saio de cabeça erguida! Todo mundo agora me conhece como "o camarada das lixeiras". Sou o único candidato que implementou uma forma de fazer sua propaganda sem infringir a mobilidade dos cidadãos nem sujar o meio ambiente. Nada de usar cavaletes ou placas.
As lixeiras foram a forma que encontrei para DIVULGAR MINHAS IDEIAS e ao mesmo tempo promover ações de SUSTENTABILIDADE. Um jeito de reciclar o lixo e a "velha política". Todo o material depositado nelas foi reciclado e o dinheiro utilizado em prol da campanha.
E por falar na campanha, foi totalmente limpa, sem dinheiro de empresas, mas com a colaboração de amigos de verdade que me apoiaram inclusive aqui na Geração Invencível. Nesta campanha conversei e ouvi as pessoas, tanto no Rio como em Paraty. Estou ciente da minha responsabilidade e posso garantir que não irei decepcioná-los.
Os poderosos que estão se perpetuando no poder odiaram as lixeiras. Algumas delas desapareceram, tentaram calar nossa voz. Mas tenho certeza que amanhã, no dia 5 de Outubro, a voz dos excluídos será ouvida em todo o estado. O grito de libertação de profissionais de educação, bombeiros, gente removida de suas comunidades e principalmente, daqueles que tem fome e sede de justiça.
Neste dia 5 de Outubro, Fernando Coelho 50.020 para Deputado Estadual! Quero estar na ALERJ junto do Marcelo Freixo, Eliomar Coelho e outros queridos parlamentares representando este meu Rio e sendo A SUA VOZ. E então, posso contar com você?
Bog: www.fernandocoelho50020.blogspot.com
A hora é chegada!
Amanhã,
dia 5 de outubro de 2014, teremos a oportunidade de fazer história, colocando na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro o filho de um pescador no lugar de um filho de político
famoso. Existem diversos filhos de políticos envolvidos escândalos e
DESgovernos que também estão candidatos e bancados por pequenas fortunas
doadas por empresas e empreiteiras (já sabemos onde isto vai dar).
Por isto pedimos que votem no camarada da lixeira, que fez campanha limpa, sem dinheiro de empresas ou empreiteiras. Fernando Coelho 50.020 (PSOL) para deputado estadual. E pedimos também que ajudem a levar nosso querido Tarcísio Motta 50 (PSOL) para Governador ao segundo turno no estado do Rio de Janeiro.
Por isto pedimos que votem no camarada da lixeira, que fez campanha limpa, sem dinheiro de empresas ou empreiteiras. Fernando Coelho 50.020 (PSOL) para deputado estadual. E pedimos também que ajudem a levar nosso querido Tarcísio Motta 50 (PSOL) para Governador ao segundo turno no estado do Rio de Janeiro.
Desde já agradeço pelo apoio e carinho que tenho recebido nas ruas de Paraty e da capital do Rio de Janeiro, a toda militância do PSOL que tem apoiado o nosso mandato participativo e nossas propostas. Fui forjado nas lutas do dia a dia e igualmente acredito que só a luta muda a vida das pessoas. Quero ser a voz dos excluídos na ALERJ! É 50.020 neles!
sábado, 27 de setembro de 2014
Falando sobre segurança pública!
Se temos a polícia que mais mata e mais morre no mundo, é sinal de
que falhamos em nossas políticas sociais, na formação dos indivíduos
que compõem a sociedade. É uma conta mais fácil que 1+1.
O diálogo entre os "Cabrais" é o mesmo... Colocar mais polícia nas ruas sem priorizar a formação dos nossos jovens. Efeito? Elevação dos índices da violência e policiais mortos.
A culpa da violência é fruto da ausência de pessoas mais humanas e menos "dinheiristas" na gestão de um estado que trata a educação como uma verdadeira empresa privada. Fazem da Secretaria de Educação um verdadeiro balcão de negócios. Negócios que se iniciam em campanhas sustentadas por empresários muito "bem" intencionados.
Eu vou de Tarcísio Motta 50 por ele ter essa visão humanizada dos meios educacionais. Ele compreende que para combater a violência de fato, é necessário acabar com o discurso demagógico do "mais policia". Nós não precisamos de mais polícia... Precisamos é necessitar menos da polícia.
Fernando Coelho Deputado Estadual 50.020
Tarcísio Motta Governador 50
Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!
O diálogo entre os "Cabrais" é o mesmo... Colocar mais polícia nas ruas sem priorizar a formação dos nossos jovens. Efeito? Elevação dos índices da violência e policiais mortos.
A culpa da violência é fruto da ausência de pessoas mais humanas e menos "dinheiristas" na gestão de um estado que trata a educação como uma verdadeira empresa privada. Fazem da Secretaria de Educação um verdadeiro balcão de negócios. Negócios que se iniciam em campanhas sustentadas por empresários muito "bem" intencionados.
Eu vou de Tarcísio Motta 50 por ele ter essa visão humanizada dos meios educacionais. Ele compreende que para combater a violência de fato, é necessário acabar com o discurso demagógico do "mais policia". Nós não precisamos de mais polícia... Precisamos é necessitar menos da polícia.
Fernando Coelho Deputado Estadual 50.020
Tarcísio Motta Governador 50
Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
O Evento "Nosso Lado É a Rua" do PSOL no Rio de Janeiro foi um grande sucesso!
Começo a semana me sentindo renovado. Participamos do evento "Nosso Lado É a Rua" na última sexta-feira no Rio de Janeiro. A Cinelândia virou novamente o palco da democracia onde reuniram-se milhares de jovens. O evento teve participação da Luciana Genro, Tarcísio Motta, Marcelo Freixo, Chico Alencar, Jean Willys e presença de outros candidatos do PSOL como Renato Cinco, Babá e o vice Renato do Quilombo. Reencontrei também com alguns companheiros da página "Geração Invencível", que estão me ajudando nesta campanha. Este apoio que estou recebendo mostra que a nossa caminhada não é em vão!
Como bem observado pelo companheiro Chico Alencar em sua página do facebook, "o governo do estado mandou um contingente enorme de PMs para 'vigiar' nossa manifestação [...]. Ficaram lá, ao lado do Theatro Muncipal, à toa. Polícia para quem precisa de polícia. Nos palácios do poder eles teriam muito mais o que fazer...".
Reencontrar os amigos do PSOL e ver a militância unida foi emocionante. Gravamos alguns vídeos com essas lideranças do PSOL que gentilmente cederam suas imagens em prol do apoio da minha candidatura.
Com Renato Cinco, candidato a Dep. Federal 5055 PSOL-RJ
Com Renato Cinco, candidato a Dep. Federal 5055 PSOL-RJ
Com Sergio Ricardo, ambientalista.
Gravando com Babá, professor e um dos fundadores do PSOL.
Gravando com Babá, professor e um dos fundadores do PSOL.
Com Luciana Genro, candidata a presidência da República
Com Luciana Genro, candidata a presidência da República
Com o companheiro Jonatas e Tarcisio Motta.
Com o companheiro Leo Dias, da página "Geração Invencível"
Com o companheiro Leo Dias, da página "Geração Invencível"
Com o vice Renatão do Quilombo.
Com o companheiro Paulo Eduardo Gomes, candidato a Dep. Federal 5001
Com Tarcisio Motta, que me mostrou que "nada deve parecer impossível de mudar."
Se você é morador do Rio de Janeiro, se dê esse voto de confiança. Vote em Fernando Coelho 50.020 para Deputado Estadual PSOL-RJ. Quero ser uma opção real de
mudança e fiscalização do poder executivo no estado do Rio de Janeiro.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Propaganda do bem
Ajude em nossa campanha reciclando lixo e a velha política!
Vale jogar "santinhos", também reciclamos papel. ;)
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual PSOL - RJ
Jornal 'A Voz da Cidade' entrevista Fernando Coelho
Abaixo segue a entrevista concedida ao Jornal 'A Voz da Cidade', da Região Sul Fluminense - Rio de Janeiro.
1. Por que o desejo de disputar eleição?
Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.
2. Como avalia suas chances de se eleger?
Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.
3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?
Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.
4. Quais as vantagens dessa representatividade?
Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.
5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?
Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.
Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.
A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.
Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.
6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?
Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.
Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.
7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?
Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.
8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?
Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.
9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?
Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.
10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?
Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.
11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?
A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.
Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.
12. Espaço para recado ao eleitor:
Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.
Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha.
Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.
1. Por que o desejo de disputar eleição?
Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.
2. Como avalia suas chances de se eleger?
Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.
3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?
Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.
4. Quais as vantagens dessa representatividade?
Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.
5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?
Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.
Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.
A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.
Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.
6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?
Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.
Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.
7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?
Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.
8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?
Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.
9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?
Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.
10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?
Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.
11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?
A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.
Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.
12. Espaço para recado ao eleitor:
Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.
Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha.
Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Evento: Nosso Lado é a Rua! - SEXTA - 19/SET
Evento com todos os candidatos e candidatas do PSOL no estado do Rio de Janeiro! Venham todxs participar desta construção coletiva!
Venha à Cinelândia e traga seus e suas amigas e amigos na sexta 19, à partir das 18h30h.
Confirme presença em https://www.facebook.com/
Nós podemos escrever uma nova história para o Rio de Janeiro! Nossa força, nossa esperança. Não temos tempo pra parar!
Por rodovias sem catraca!
É necessário rever o modelo licitatório do do estado, não apenas para
os pedágios que são absurdamente caros. Pagamos impostos suficiente para
não necessitar de pedágios. Segue matéria do G1 que aponta o estado do
Rio como quilometragem mais cara do país.
"As rodovias estaduais do Rio de Janeiro sob concessão têm o custo médio do pedágio mais caro do país, aponta estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quinta-feira (19), com base em números de dezembro de 2011.
Segundo o documento, os motoristas que viajam por aquelas rodovias
pagam, em média, R$ 12,93 para cada 100 km rodados. Esse valor é 43%
maior do que a média cobrada no país (R$ 9,04) e 112,72% maior que a
média cobrada em estradas federais sob concessão (R$ 5,11).
O
modelo de licitação adotado no Rio de Janeiro, em que o vencedor é
aquele que oferece o maior valor de outorga, é apontado pelo Ipea como o
responsável pelo custo mais alto do pedágio.
“O Rio de Janeiro
é o único estado que utiliza apenas o valor de outorga como critério de
escolha da concessionária, mecanismo que impede a competição pela menor
tarifa. Portanto, é um forte indicativo do motivo pelo qual apresentou a
maior tarifa”, diz o estudo.
O segundo pedágio mais caro do
país está em São Paulo, onde o motorista paga, em média, R$ 12,76 para
rodar 100 km por estradas estaduais sob concessão. Em terceiro lugar vem
o Espírito Santo, com o valor de R$ 12,44.
No exterior
O
estudo do Ipea também compara o custo do pedágio no país com o cobrado
no exterior. De acordo com o ele, a tarifa média no Brasil cobrada em
rodovias federais e estaduais sob concessão é de R$ 9,04 para cada 100
km, 2,7% maior que a média mundial para a mesma distância, R$ 8,80.
Segundo o documento, apesar de o valor do pedágio nacional se mostrar
“compatível” com o verificado no resto do mundo, a diferença nos
objetivos e responsabilidades assumidas pelas concessionárias aqui e lá
fora demonstra que o pedágio no Brasil deveria ser mais barato.
Enquanto no Brasil cerca de 9% das estradas estão sob administração da
iniciativa privada, no exterior esse índice representa, geralmente,
menos 5%. Em outros países, as concessões visam principalmente a
construção de novas rodovias, enquanto que aqui adotou-se como regra
repassar a empresas estradas já prontas para reforma e ampliação.
“Essa diferença entre o programa de concessão brasileiro e os
internacionais mostra que no Brasil os investimentos realizados pelo
setor privado devem ter sido muito inferiores aos realizados no
exterior”, diz o estudo.
“Este fato é importante, pois indica
que não é razoável comparar o valor da tarifa de pedágio brasileira com o
de outros países. Naturalmente, a Tarifa Média Brasil,
independentemente do fluxo de veículos, deveria ser bem menor do que as
tarifas praticadas em outros países, nos quais as concessionárias
tiveram que investir na construção das autoestradas”, completa.
É necessário mudar!
Empresas e empreiteiras não fazem caridade... fazem investimento!
É necessário entender que candidatos financiados pela iniciativa privada, certamente, irão trabalhar para elas.
Empresas/empreiteiras não fazem caridade... Fazem investimento!
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual
Empresas/empreiteiras não fazem caridade... Fazem investimento!
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual
Você é contra a família?
Questionada sobre "ser contra a família", Luciana Genro afirma em sabatina do G1:
"Eu não sou contra a família, pelo contrário. Eu defendo a família e por isso defendo o casamento civil igualitário, para que as pessoas possam construir a sua família independente de quem elas amem. A defesa dos direitos LGBT também é uma defesa da família: de todas as famílias."
#LucianaGenro50
"Eu não sou contra a família, pelo contrário. Eu defendo a família e por isso defendo o casamento civil igualitário, para que as pessoas possam construir a sua família independente de quem elas amem. A defesa dos direitos LGBT também é uma defesa da família: de todas as famílias."
#LucianaGenro50
Greve dos professores: a corda sempre arrebenta para o lado proletário da força!
Quando a greve é decretada ilegal, a multa
para o Sepe varia de 300 mil a 500 mil por dia. Enquanto para o governo a
multa é de apenas 10 mil "estalecas". Resumindo? A corda sempre
arrebenta para o lado proletário da força...
Fonte: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/estado-pagara-multa-diaria-de-10-mil-se-punir-professores-13810581.html
Fonte: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/estado-pagara-multa-diaria-de-10-mil-se-punir-professores-13810581.html
Importante comentário sobre a legalização da maconha
Vivemos em um país onde Rivotril é droga legal e onde a maconha é criminalizada... Sim, de fato é muita hipocrisia.
A legalização da maconha é um assunto sério, uma pauta federal que meu companheiro Renato Cinco tem se empenhado em abordar na câmara Federal.
A legalização da maconha não é um ato de irresponsabilidade. Li e acompanhei bastante o tema... A maconha hoje em dia é vendida de maneira irregular em qualquer lugar, inclusive nas escolas. A legalização e regulamentação da venda e produção maconha nos trariam diversos benefícios sociais, medicinais e pedagogias.
Eu apoio o progressismo e o fim da guerra aos pobres!
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual
A legalização da maconha é um assunto sério, uma pauta federal que meu companheiro Renato Cinco tem se empenhado em abordar na câmara Federal.
A legalização da maconha não é um ato de irresponsabilidade. Li e acompanhei bastante o tema... A maconha hoje em dia é vendida de maneira irregular em qualquer lugar, inclusive nas escolas. A legalização e regulamentação da venda e produção maconha nos trariam diversos benefícios sociais, medicinais e pedagogias.
Eu apoio o progressismo e o fim da guerra aos pobres!
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual
Sobre o PSOL e o tempo de TV na Propaganda Eleitoral Gratuita!
Eu sou candidato no estado do Rio de Janeiro pelo PSOL e também não tive tempo de TV. Culpa do partido? Boicote? NÃO!
Explicarei como funciona primeiro a distribuição do tempo de TV para os partidos:
Cada partido recebe uma quantia de tempo de TV para ser explorado estrategicamente pelos partidos (por isto vemos diversos partidos coligados, também). Quando os partidos coligam, seus tempos de TV se somam e com isto, ficam com um maior tempo de TV. O PSOL, como é de saber de todos, não faz coligações espúrias por mero tempo de TV. Nós coligamos em alguns locais quando temos acordo programático e pragmático com alguns partidos como PSTU e PCB (como ocorreu em SP este ano), por exemplo.
No Rio de Janeiro o PSOL não coligou com nenhum partido, nem os que temos acordo pragmático. Com isto tivemos um tempo de TV bem reduzido, curtíssimo. A decisão de utilização do tempo é feita de maneira democrática dentro do PSOL, e optamos por dar maior tempo aos candidatos que tivessem melhores condições para puxar a votação, com pautas que consideramos importantes para o partido.
Eu estou também sem tempo de TV e compreendo e concordo com a estratégia adotada pela militância do meu partido (PSOL)... E quem estiver insatisfeito com a nossa militância, que se mude! As pautas e construções estratégicas são feitas de baixo para cima dentro do PSOL, não adianta ficar fazendo pirraça como criança mimada. Esta insatisfeito? A porta da rua é serventia da casa. Nosso partido é Socialista e Libertário.
São os amigos que fortalecem nossa campanha!
Queridos,
Ao longo desta campanha tenho encontrado com companheiros que partilham dos mesmos ideais, seja em Paraty ou na capital do Rio. Abaixo seguem algumas fotos destes momentos marcantes que mostram que "nada pode parecer impossível de mudar".
Ao longo desta campanha tenho encontrado com companheiros que partilham dos mesmos ideais, seja em Paraty ou na capital do Rio. Abaixo seguem algumas fotos destes momentos marcantes que mostram que "nada pode parecer impossível de mudar".
Companheiros da página Geração Invencível
Companheiros da página Geração Invencível
Companheiros da página Geração Invencível
Companheiros da página Geração Invencível
Mais gente querida.
Com o Companheiro Babu.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Jornal 'A Voz da Cidade' entrevista Fernando Coelho
Abaixo segue a entrevista concedida ao Jornal 'A Voz da Cidade', da Região Sul Fluminense - Rio de Janeiro.
1. Por que o desejo de disputar eleição?
Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.
2. Como avalia suas chances de se eleger?
Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.
3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?
Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.
4. Quais as vantagens dessa representatividade?
Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.
5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?
Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.
Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.
A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.
Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.
6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?
Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.
Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.
7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?
Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.
8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?
Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.
9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?
Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.
10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?
Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.
11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?
A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.
Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.
12. Espaço para recado ao eleitor:
Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.
Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha.
Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.
1. Por que o desejo de disputar eleição?
Não vejo como um desejo, mas como um chamado. Tivemos as jornadas de junho, onde milhares de pessoas, jovens e trabalhadores, saíram às ruas por perceberem que suas vozes não estavam sendo escutadas pelos que deveriam representá-los. As cenas dos educadores sendo humilhados pelo aparato opressor do estado, na Alerj, contribuíram bastante também. Estes entre outros fatores.
2. Como avalia suas chances de se eleger?
Bem favoráveis. O PSOL cresceu bastante no Estado do Rio de Janeiro e nosso quociente é interessante, acho que deve girar em torno de dois 10 mil votos para uma ultima cadeira.
3. Considera importante a região ter um representante na Alerj?
Sem dúvidas. É necessário termos alguém que defenda os interesses da população do Sul Fluminense e não apenas de pequenos grupos de grandes empresários. Lembrando que nossos pequenos empresários são sufocados com taxas abusivas, enquanto os grandes acabam recebendo até mesmo isenções de tributos do estado.
4. Quais as vantagens dessa representatividade?
Minha proposta de mandato é de torná-lo o mais participativo possível. Defendo um mandato com democracia participativa. Minha meta é esmiuçar ao máximo as contas do governo, principalmente, o que anda sendo feito com os repasses do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O Projeto Autonomia é muito questionado pelos educadores, também. Do meu ponto de vista, a educação deve ser pautada por quem entende, pelos educadores. E me comprometo a dar voz para que eles dirijam suas pautas ao Executivo. A vantagem é ter uma educação de qualidade e pautada por educadores. Eles serão os representantes do meu mandato junto à sociedade civil. Não quero um mandato para chamar de meu, quero um mandato para chamar de nosso.
5. Como você avalia a situação da Região Sul Fluminense?
Economicamente, acho que poderíamos explorar mais o potencial turístico da região. Rio Claro, por exemplo, é uma cidade belíssima, porém, com baixo aproveitamento do seu potencial turístico. Acho que poderíamos explorar bastante o turismo ecológico na região, temos um grande potencial.
Porém, o que me preocupa de fato, são os indicadores sociais e da violência crescente na região. Em Paraty, por exemplo, morrem jovens quase que diariamente. Estamos entre os municípios com o maior índice de homicídios no Estado do Rio de Janeiro.
A minha pauta é da educação e defendo educação, esporte e cultura nas bases da sociedade para revertermos este quadro. Abandonaram nossos jovens. Com a criação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio, apesar da diminuição dos tiroteios nos locais onde foram implantadas, o que conseguiram foi fragmentar e espalhar o tráfico para outras regiões. As UPPs não são policiamento comunitário, como alegavam ser, e os casos recentes nos mostram como atuam fazendo uso da violência. Sou contra UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) e defendo a troca delas por UEPs (Unidade de Ensino Pacificadora). Não acredito que com mais violência conseguiremos superar o problema da violência. Isto mudamos com melhor formação social dos indivíduos.
Se puxarmos dados e compararmos, veremos que toda região Sul do estado teve um grande acréscimo nos índices de violência logo após a criação das UPPs. Isto é mais um indicativo que apenas deslocamos a violência para outras regiões. As UPPs não são um projeto de segurança pública. Se observarmos sua distribuição espacial, bem como as diversas remoções arbitrárias de moradores históricos em diversas comunidades, podemos perceber que ambos estão à serviço de um projeto de cidade, de uma "higienização", que favorece apenas a especulação imobiliária.
6. Que projetos estariam dentro de sua visão estratégica para a região?
Minha pauta é da educação, sempre entendi como o melhor meio para superarmos quase todas as nossas dificuldades, tanto aqui em nossa região, quanto nas demais cidades do estado. Defendo que o estado invista em educação em tempo integral, principalmente nas regiões mais carentes. Quando digo educação, englobo nela esporte, cultura, lazer e saúde. Precisamos construir uma educação crítica e emancipatória, como bem pontua nosso candidato ao Governo do Estado, Tarcísio Motta. É necessário criarmos polos educacionais que funcionem como verdadeiros agentes sociais, transformar estes polos em um local amigável aos jovens.
Sem esquecer dos nossos educadores também, que estão com salários super defasados e são reféns de um sistema pseudo-meritocrático covarde. Não temos clareza quanto aos repasses do FUNDEB; ocorrem muitas terceirizações sem sentido. A educação está totalmente distorcida em nosso estado. Não podemos nem mais escolher nossos diretores por vias democráticas, por eleições. É necessário mudar e rever projetos como o “Projeto Autonomia”, que transforma a vida dos educadores em um verdadeiro tormento, tendo que percorrer uma verdadeira maratona para cumprirem seus tempos em diversos colégios diferentes.
7. Em sua opinião, quais áreas precisam de mais atenção no Sul Fluminense?
Todas as áreas sociais, principalmente educação e saúde. Estamos focando muito nos fatores econômicos e deixando de lado o fator mais importante: o ser humano. Tratamos muito do nosso dinheiro e abandonamos os que produzem o mesmo. O futuro progressista do nosso país está na formação de base dos nossos jovens, e se queremos um país melhor, com uma sociedade civil organizada, igualitária, com maior respeito às diversidades sociais, é necessário formá-la com dignidade e respeito.
8. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem processo na Justiça?
Que respondam processo, sim. Pois estão ainda em meio ao processo e não foram devidamente julgadas. Mas sou a favor da lei da Ficha Limpa para réus já julgados e condenados. Mudaria alguns pontos do projeto, se fosse possível.
9. Já ocupou algum cargo público eletivo? Se sim, quais foram os principais projetos ou ações desenvolvidos durante sua gestão?
Estou candidato pela primeira vez, e espero poder retornar a responder esta entrevista com boas notícias sobre o nosso mandato democraticamente participativo.
10. O que acha da atuação do Detran no nosso estado, com a apreensão e reboques dos veículos com documentação em atraso, além de implicar ao contribuinte o pagamento destas despesas, outras como a diária do deposito e multa pelo atraso do pagamento? Se eleito, como pretende atuar nesta situação?
Péssima! Para acabar com a máfia dos reboques é necessário acabar com a terceirização deste serviço. Estes serviços sendo terceirizados levam a que os reboques e multas sejam aplicados na lógica do lucro das empresas, e não na lógica da garantia da segurança nas ruas, estradas e do respeito ao meio ambiente, como deveria ser. Existe também muita burocracia para a retirada dos veículos dos pátios, as diárias têm um valor que considero abusivo. Defendo com veemência o fim de muitas terceirizações feitas pelos governos estaduais, municipais e federais. Entendo como verdadeiros sanguessugas de verbas públicas.
11. Com relação ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social, o INSS não acolhe as mães que dedicam-se exclusivamente a cuidar de seus filhos em situação de doença. Em alguns casos o tratamento é imposto fora do domicilio e impossibilita que essa mãe exerça atividade profissional. Como analisa o fato de, em alguns casos, o INSS não conceder o beneficio para as mães que se encontram nessa situação?
A “dona de casa” realiza um trabalho que não é remunerado, mas é um trabalho importantíssimo para a reprodução da sociedade e formação dos nossos jovens. Uma mãe que precisa se dedicar exclusivamente a uma criança em situação de doença, sem dúvida alguma, deveria ser acolhida pelo INSS.
Portanto, é muito ruim que o INSS não conceda o beneficio nesses casos, mostrando como nossas instituições reproduzem o machismo e a desvalorização do trabalho das mulheres.
12. Espaço para recado ao eleitor:
Gostaria de aproveitar este espaço para alertar a população. Muitos partidos e candidatos recebem financiamento de empresas privadas em suas campanhas.E uma das coisas que aprendi com meu companheiro Chico Alencar e com o companheiro Renato Cinco, é que não existe almoço grátis, ou seja, estas empresas investem nestas campanhas para ter algum retorno futuro destes prováveis mandatos.
Meu partido (PSOL) e eu, nos recusamos a receber dinheiro de empresas. Optamos por não dever favores a empreiteiras, empresas ou banqueiros. Não esperem ver meu número em cavaletes espalhados pelas ruas, cavaletes não falam nem propõe nada, não dialogam. São meros números com nomes sem muito a dizer. O máximo que coloco nas ruas, em Paraty, é uma lixeira que utilizo para arrecadar materiais recicláveis para financiar minha campanha.
Agradeço aqui ao jornal A Voz da Cidade pela oportunidade de apresentar minhas propostas e aos amigos leitores/eleitores por estudarem minhas propostas.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
É necessário sonhar.. vamos sonhar JUNTOS!
É necessário sonhar... Mas sonhamos melhor quando sonhamos juntos!
É necessário sonharmos juntos por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!
Nossa educação está sendo sucateada e jogada nas mãos invisíveis da iniciativa privada. Nunca tivemos um estado tão neoliberal quanto o atual, terceirizante, que se utiliza destes meios para pagarem seus financiamentos de campanha.
Diretores agora são indicados, assim, descaracterizando o caráter democrático dentro da educação, onde antes, os diretores eram escolhidos de maneira democrática.
O estado implantou uma pseudo meritocracia que apenas se aplica (de maneira extremamente desonesta) aos educadores.
Se já não bastassem os salários defasados, os educadores viraram verdadeiros peregrinos, tendo seus tempos picotados, tendo que cumpri-los em diversos colégios, um distante do outro devido ao "Projeto Autonomia".
"Neste início de ano letivo, muitas escolas estaduais estão vivendo um verdadeiro caos. Sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, a SEEDUC determinou o fechamento de turmas regulares e a abertura de turmas do Projeto Autonomia que utiliza a metodologia Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Como estas telessalas utilizam apenas um professor por turma, o resultado é que vários professores, ao chegarem às suas escolas, simplesmente não têm mais turmas para lecionar e precisam, agora em fevereiro, mudar de escola, dividir seu tempo entre várias unidades, encaixar-se em horários já estabelecidos, etc. Centenas ou até milhares de professores viverão este verdadeiro calvário nas próximas semanas." Texto retirado da página do SEPE. Texto completo: http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=2758
O estado do Rio ainda ficará sem nenhum educador para lecionar... Cada dia que passa, aumenta ainda mais os números de pedidos de exoneração.
Terceirização no funcionalismo... Existem convênios que estão terceirizando de educadores a merendeiras.
A SEEDUC não tem transparência alguma! Não conseguimos obter dados detalhados de seus gastos com despesas e nem o destino preciso que levam as verbas do FUNDEB.
Garotinho... Existe uma grande possibilidade de estar governador novamente. Quem já era educador no governo garotinho, sabe bem que esses processos atuais de sucateamento da educação já estavam presentes em seu mandato passado, ele deu o ponta pé inicial onde Cabral deu segmento.
É necessário um mandato exclusivamente dedicado aos educadores, onde eles tenham acesso direto para pautar suas demandas e lutas. É necessário um mandato exclusivo em defesa da educação e que seja ligado e pautado pelos educadores.
Estou deixando minha campanha à disposição de vocês, para que tirem dúvidas e possamos construir juntos um modelo educacional onde permita uma construção social mais digna e humana.
Eu defendo que as UPP's (Unidade de Policia Pacificadora) sejam trocadas por UEP's (Unidade de Ensino Pacificadora). Não vejo outro meio melhor para combater a violência que não seja o ensino sendo injetado nas bases da sociedade. Entendo a necessidade de englobar a cultura e o esporte nesta mesma base de ensino por serem agentes sociais necessários para formação de uma sociedade mais digna, justa e humanitária.
Mais uma vez, convido os educadores para um diálogo amplo e democrático, onde indiquem suas pautas e participem da construção deste processo de escolha de mandatos. Podem entrar em contato pela nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/fernandocoelhoparaty
Sou Fernando Coelho, Deputado Estadual 50.020
É necessário sonharmos juntos por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres!
Nossa educação está sendo sucateada e jogada nas mãos invisíveis da iniciativa privada. Nunca tivemos um estado tão neoliberal quanto o atual, terceirizante, que se utiliza destes meios para pagarem seus financiamentos de campanha.
Diretores agora são indicados, assim, descaracterizando o caráter democrático dentro da educação, onde antes, os diretores eram escolhidos de maneira democrática.
O estado implantou uma pseudo meritocracia que apenas se aplica (de maneira extremamente desonesta) aos educadores.
Se já não bastassem os salários defasados, os educadores viraram verdadeiros peregrinos, tendo seus tempos picotados, tendo que cumpri-los em diversos colégios, um distante do outro devido ao "Projeto Autonomia".
"Neste início de ano letivo, muitas escolas estaduais estão vivendo um verdadeiro caos. Sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, a SEEDUC determinou o fechamento de turmas regulares e a abertura de turmas do Projeto Autonomia que utiliza a metodologia Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Como estas telessalas utilizam apenas um professor por turma, o resultado é que vários professores, ao chegarem às suas escolas, simplesmente não têm mais turmas para lecionar e precisam, agora em fevereiro, mudar de escola, dividir seu tempo entre várias unidades, encaixar-se em horários já estabelecidos, etc. Centenas ou até milhares de professores viverão este verdadeiro calvário nas próximas semanas." Texto retirado da página do SEPE. Texto completo: http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=2758
O estado do Rio ainda ficará sem nenhum educador para lecionar... Cada dia que passa, aumenta ainda mais os números de pedidos de exoneração.
Terceirização no funcionalismo... Existem convênios que estão terceirizando de educadores a merendeiras.
A SEEDUC não tem transparência alguma! Não conseguimos obter dados detalhados de seus gastos com despesas e nem o destino preciso que levam as verbas do FUNDEB.
Garotinho... Existe uma grande possibilidade de estar governador novamente. Quem já era educador no governo garotinho, sabe bem que esses processos atuais de sucateamento da educação já estavam presentes em seu mandato passado, ele deu o ponta pé inicial onde Cabral deu segmento.
É necessário um mandato exclusivamente dedicado aos educadores, onde eles tenham acesso direto para pautar suas demandas e lutas. É necessário um mandato exclusivo em defesa da educação e que seja ligado e pautado pelos educadores.
Estou deixando minha campanha à disposição de vocês, para que tirem dúvidas e possamos construir juntos um modelo educacional onde permita uma construção social mais digna e humana.
Eu defendo que as UPP's (Unidade de Policia Pacificadora) sejam trocadas por UEP's (Unidade de Ensino Pacificadora). Não vejo outro meio melhor para combater a violência que não seja o ensino sendo injetado nas bases da sociedade. Entendo a necessidade de englobar a cultura e o esporte nesta mesma base de ensino por serem agentes sociais necessários para formação de uma sociedade mais digna, justa e humanitária.
Mais uma vez, convido os educadores para um diálogo amplo e democrático, onde indiquem suas pautas e participem da construção deste processo de escolha de mandatos. Podem entrar em contato pela nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/fernandocoelhoparaty
Sou Fernando Coelho, Deputado Estadual 50.020
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Reciclagem eleitoral
Eis que jogam o primeiro panfleto em uma de minhas lixeiras e para minha surpresa, era justamente o de dois candidatos conservadores, pai e filho.
Dei uma "censurada", pois podem querer me amarrar a algum poste por aí, sabem como é, né?
Quando virei o panfleto e li as propostas, compreendi os motivos do eleitor. Entendi também que apenas sendo "BOÇAL" para ter aquelas ideias.
Dei uma "censurada", pois podem querer me amarrar a algum poste por aí, sabem como é, né?
Quando virei o panfleto e li as propostas, compreendi os motivos do eleitor. Entendi também que apenas sendo "BOÇAL" para ter aquelas ideias.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Propaganda do bem
Ajude em nossa campanha reciclando lixo e a velha política!
Vale jogar "santinhos", também reciclamos papel. ;)
Fernando Coelho 50.020 Deputado Estadual PSOL - RJ
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
'Geração Invencível' entrevista Fernando Coelho
Geração Invencível entrevista Fernando Coelho!
Um
militante fervoroso que defende um mandato democrático e participativo
junto as classes oprimidas. Este é o perfil de Fernando Coelho,
candidato pela primeira vez a deputado estadual pelo PSOL- Rio de
Janeiro. Com 30 anos de idade, o jovem militante começou uma campanha
tímida, na base do boca-a-boca entre seus amigos, chamados por ele de
"companheiros" e que pouco a pouco tem alcançado as redes sociais. Em
sua página no facebook (www.facebook.com/ fernandocoelhoparaty),
Fernando denuncia os desmandos do poder público e aponta soluções.
Ex-atleta de Taekwondo, acredita na junção entre esporte, educação e
cultura nas bases sociais oprimidas como ferramenta para transformação
de uma sociedade mais justa e igualitária. Através das redes sociais
efetua a tarefa de fiscalizar o poder executivo. Ele é administrador
conosco e em algumas outras páginas como Vírus Planetário, Esquerda
Revolucionária e Eu Tenho Ligação Com Marcelo Freixo.
A partir de agora a página Geração Invencível traz um bate-papo exclusivo com Fernando Coelho.
Geração Invencível: Fernando, por qual motivo você decidiu participar do processo eleitoral?
Fernando
Coelho: Saudações a todos. Tive esse “rompante” ainda em 2012, pouco
depois do pleito municipal. Sou de Paraty, uma cidade pequena, porém,
com deficiências similares as da capital. O sistema neoliberal tem sido
um seguimento constante em todos os mandatos que tivemos. Para quem não
conhece o sistema neoliberal, darei uma previa bem resumida... É este
sistema onde o executivo passa a utilizar contratos com setores privados
(as chamadas PPP’s, Parceria Público Privado). Em Paraty tivemos boa
parte dos setores da saúde terceirizados (assim como no Rio de Janeiro),
incluindo mão de obra (para que abrir concurso público se podem ter o
funcionalismo de cabresto, não é?). Outros setores também foram terceirizados, boa parte
urbanismo, limpeza etc. Utilizei a cidade onde vivo para que as pessoas
compreendam que o sistema neoliberal tem dominado não apenas as
capitais, mas também cidades do interior de toda a federação. Esta
crescente se dá, certamente, pelo “toma lá da cá”, onde empresas
financiam campanhas para depois prestarem serviços para estes municípios
(boa parte superfaturada, logicamente)... Esse é o ponto chave para
decifrar boa parte da corrupção existente em nosso país, acho que isto
unido as frustrações e decepções políticas, a ausência de políticas
sociais de base. Mas o que garantiu mesmo esse meu anseio, foi viver
diariamente acompanhando cada passo do estado opressor, ali eu tive certeza
da necessidade de fazer algo. Com a remoção criminosa da Aldeia
Maracanã, a tentativa de demolir a Escola Friedenreich, Julio Delamare e
o Célio de Barros, quando a população lutou contra a privatização do
Maracanã e o governo fingiu não escutar, quando os educadores foram
espancados pelo aparato opressor do estado em movimento de greve
legítimo, quando removeram de maneira brutal os moradores da “favela da
TELERJ”, quando a juventude foi espancada/oprimida por tentar gritar
para o mundo sobre todas estas barbáries entre muitas outras que não
citei aqui. Foi aí que decidi de vez em participar do pleito de
2014.
GI:
Como você entende o seu papel de oposição sabendo que hoje tanto a
Câmara Municipal como a Assembleia Legislativa são compostas em sua
maior parte por parlamentares da base governista (PMDB)? O trabalho será
mais difícil?
Fernando:
Até o momento o PMDB é maioria... Mas as eleições estão aí, eles tem
muitos votos de cabresto e dinheiro da iniciativa privada para gastar em
suas campanhas, mas acho que eles irão perder algumas cadeiras na ALERJ
e na Câmara Federal. Talvez o PR seja posição este ano e quem conhece o
Garotinho, sabe bem que ele não é muito diferente destes aí, ele mesmo
foi quem levou Sérgio Cabral ao governo, alguém lembra?
Não
vejo problema em ser oposição, bem pelo contrário... Todos os
parlamentares deveriam ser oposição aos governos, é isto que equilibra. O
problema todo é que muitos “legisladores” são eleitos por meios
espúrios, com financiamento de campanha bancado por empreiteiras,
empresários etc... Para eles não existe almoço grátis, como costuma
dizer meu querido companheiro Chico Alencar. Eles entram lá para
trabalhar para as empresas que patrocinam suas campanhas e para isto,
garantem a blindagem do executivo também. Veja o caso recente do
Bethlem? Quem viu o discurso da Leila para blindar ele, certamente ficou
chocado. “Ele me ajudou muito”.. rs. Onde está lotado o filho dela? Ai
ai...
GI:
Em todo o país, mas especialmente no Rio de Janeiro, os protestos de
junho/2013 tiveram grande repercussão apontando novos rumos para a política. O
que podemos tirar de lição deste movimento?
Fernando:
O que podemos (nós, sociedade civil) tirar destes movimentos? Acho que
devemos aprender com essa juventude que está e esteve aí nas ruas. Mas
quem realmente deveria tirar como lição são nossos governantes, nossos
parlamentares e os tribunais que sentenciam os oprimidos sem chance de
defesa.
GI: Na sua opinião, quais os principais problemas do Rio de Janeiro?
Fernando:
Nossos principais problemas? Acho que o principal problema é o nosso
governo, ele é o verdadeiro vilão. Sei que vai parecer repetitivo, mas é
como falei. A violência é fruto do próprio estado, que ao invés de
educar, oprime, e com isto, produz opressores. Devemos tratar nossa
sociedade de maneira humana, nossos jovens são meras estatísticas para a mídia corporativa e para o estado que infelizmente tentam jogar a
“sujeira” para longe das classes mais abastadas. As remoções são o
exemplo perfeito do que estou falando, o estado, revistas e jornais
elitistas, tentam por todos os meios criminalizar a pobreza. Isso tudo é
feito de acordo com os “patrocinadores”, quem especula imóveis no Rio
de Janeiro também patrocina campanhas, olhem bem os financiadores de
campanhas, pois eles também governam. Terceirizações tenebrosas como as
da saúde e educação... Existem coisas que os únicos motivos para
terceirizarem são: Para desvio de verbas públicas, ou pelo gestor do
estado e das secretárias serem incompetentes. Educação tem sobras no
orçamento, porque não investir em melhores salários para os educadores,
por exemplo? Só vejo os professores apanhando, como pode isto? Não entra
na minha cabeça a forma com que os nossos educadores são tratados, não é
natural, não deve ser tratado com naturalidade.
Os
casos de violência apenas aumentam e com isto, aumentam também a
repressão as classes menos abastadas. Como dito por você mesmos, defendo
a interação entre Educação, Esporte e Cultura para lidar com os
problemas da sociais, conhecidos popularmente como problema com a
violência. Não seria muito mais útil levar Educação em tempo integral
(com atividades esportivas e culturais), saúde e saneamento básico para
as comunidades? O Sérgio Cabral levou o que? Levou UPP, apenas o aparato
opressor. Alguém já viu policia (militarizada, ainda por cima) educar e
tratar enfermos? Pois é... Toda esta violência é fruto da violência do
estado. É como a “lei de causa e efeito". Se você trata a sociedade com
violência, ela certamente nos trará um retorno violento.
GI: Por que você decidiu ingressar pelo PSOL? você se identifica com o partido?
Fernando:
E muito! Sou socialista e também libertário. Gosto muito da visão da
companheira Rosa Luxemburgo... Mas tenho meus momentos Che Guevara
quando vejo as classes dominantes esmagando as classes oprimidas e
minoritárias. Não sei lidar com covardes, tenho asco a gente covarde.
GI: Quais suas principais propostas?
Fernando:
Minha proposta é de fazer um mandato participativo, junto as
classes/categorias trabalhistas oprimidas pelo estado. Meu mandato será amplo para os educadores, quero construir o mandato com eles,
principalmente. É a categoria que pode salvar o nosso futuro como
sociedade civil organizada, sem eles, jamais conseguiremos atingir os
objetivos desejados de uma sociedade livre, igualitária e humana. Não
temos como evoluir sem ser por eles. Fora isto, podem esperar uma
fiscalização acirrada ao estado, sem dúvidas.
GI:
Que mensagem você teria para o nosso público alvo, especialmente os
cariocas, tão decepcionados com os rumos da política?
Fernando:
É... rs. O nosso estado consegue ser tão competente no seu objetivo de
desconstrução, "DESgovernar", que formou vários anarquistas
inconscientes, formaram até anarcocapitalistas, é mole? E não estou me
referindo aos anarquistas de fato, os que costumo chamar de
“Bakunianos”, com todo carinho e respeito, estes eu chamo de
companheiros, pois lutam e lutam a boa luta!
Minha
mensagem é para que estudem os candidatos, não caiam na falácia de que
todo político e partido é igual, pois é justamente o que a estrutura burguês almeja... Uma classe que não liga para os acontecimentos
políticos, pois assim, fica mais fácil para eles dominarem aquela fatia
totalmente desconhecedora dos seus direitos, as classes oprimidas.
Gostaria de aproveitar e pedir para que conheçam e pesquisem pelo
companheiro Tarcísio Motta que é candidato ao governo do Rio de
Janeiro pelo PSOL. Temos outros quadros também interessantes no PCB e
PSTU. Pesquisem, pois temos opção no Rio de Janeiro sim, além dos quatro
candidatos que tem despontado nas pesquisas.
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